Blog
Faculdades BWS

O que era bom ficou melhor

Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Compartilhe
Compartilhar no linkedin
Compartilhe
Compartilhar no email
Email

Revista Claudia – Setembro de 2006

 

Tratamentos consagrados, da carboxiterapia à drenagem linfática, evoluíram bastante nos últimos tempos e estão apresentando resultados cada vez mais eficientes e rápidos

– Técnica epidérmica Como na intradermoterapia, são aplicadas injeções com uma mistura de substâncias lipolíticas e vasodilatadoras que age diretamente na área a ser tratada. A diferença é que a agulha não atinge mais a derme – a camada mais profunda da pele. ‘’Injetam-se os medicamentos entre a epiderme e a derme. Como não há vasos sanguíneos nem receptores de dor nessa região, a paciente não sente as picadas e não corre o risco de ficar com hematomas’’, afirma o médico Carlos Nazar, de São Paulo, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Intradermoterapia, que recomenda a técnica para os três primeiros graus de celulite – o quarto exige tratamentos mais invasivos, como subcisão. Depois, é necessário aguardar dez minutos para a completa absorção das substâncias. Em seguida, é a vez das injeções de vitamina C, que estimulam a produção de colágeno e firmam a pele. No geral, indicam-se seis sessões, uma por semana, nos primeiros 90 dias. Passado esse período, é suficiente uma aplicação a cada 15 dias.

– Acunputura A celulite leve pode ser prevenida ou até mesmo tratada com a aplicação das agulhas. Elas costumam ser colocadas na área afetada e em outros pontos que estimulam a drenagem linfática, a diurese e o funcionamento do intestino. ‘’Além de mobilizarem a energia estagnada, elas podem aumentar a vasodilatação local se forem associadas à moxabustão – pequenos cones feitos com folhas moídas de Artemísia que queimam sobre as agulhas’’, explica a acunputurista Claudia Torres, do Centro Médico do Leblon, no Rio de Janeiro. Indicam-se, no mínimo, dez sessões de uma hora, uma vez por semana.

– Drenagem linfática Os especialistas garantem que massagear a região com celulite ativa a circulação e facilita a eliminação das toxinas. Conheça as novas versões da drenagem linfática: Detox Com duração de 50 minutos, essa massagem dá ênfase ao bumbum e aos culotes. Segundo a esteticista Érica Burmeister, do Kyron Spa, em São Paulo, a sessão começa com exercícios de respiração e a compressão de um gânglio profundo localizado no abdome, logo abaixo da costela esquerda, que armazena a linfa dos membros inferiores. ‘’Após a desobstrução, a pessoa fica de lado para receber uma massagem suave, que vai da perna até a axila. Depois de fazer o outro lado, o gânglio e a respiração são novamente estimulados’’, explica. Para facilitar o deslizamento das mãos, ela usa um creme anticelulite. São indicadas seis sessões, uma por semana.

– Aero massagem Essa técnica francesa é recomendada para todos os tipos de celulite, pois aumenta a circulação sanguínea e a oxigenação dos tecidos e, de quebra, modela o corpo e relaxa. ‘’A massagem alterna movimentos de modelagem, vibração, reflexogolia e amassamento suave nas áreas onde não há celulite e de dedilhar, como no piano, nas partes com nódulos’’, resume a fisioterapeuta Ana Alice da Veiga, do Centro de Estética Roseli Siqueira, em São Paulo. As manobras são feitas no corpo todo, exceto na cabeça e nos seios, durante uma hora, com a ajuda de um óleo à base de cafeína, que ativa a circulação. Para firmar a pele, aplica-se uma máscara de argila no bumbum por meia hora. Recomendam-se pelo menos dez massagens, duas vezes por semana.

– Carboxiterapia O tratamento que injeta gás carbônico no tecido subcutâneo já mostrou ser eficiente contra a flacidez e a celulite de graus 1, 2 e 3. Para amenizar o desconforto e o ardor que ele causa, usa-se agora o gás aquecido – método desenvolvido por uma empresa italiana. ‘’Essa inovação deve chegar ao Brasil ainda este ano. Aí veremos até que ponto ele realmente elimina a dor. De qualquer modo, temos certeza de que a técnica já evoluiu muito, tanto no volume de gás injetado quanto na forma de aplicação. Por isso, já é considerada suportável pela maioria das pacientes’’, diz o endocrinologista Wilmar Accursio, de São Paulo. Para bons resultados, recomendam-se de 12 a 18 sessões, duas vezes por semana.

Tags

Últimas
NOTÍCIAS

Sugestão de leitura para esta categoria de notícias:

Dúvidas e mais
INFORMAÇÕES

Entre em contato conosco através dos números abaixo ou do formulário ao lado.

    Nosso site utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com isto. Conheça nossa Política de Privacidade.